É engraçado escrever anos por extenso, me lembra quando eu ainda ingressava na escola. E faz tempo isso! Naquela época era mil novecentos e noventa e três. O tempo voa, num piscar de olhos tudo se transforma. Mas essa transformação que devido a nossa distração parece ser fugaz, demora acontecer. A história não acontece da noite para o dia, existe todo um processo.O desejo de um feliz dois mil e doze não vai se realizar do nada, é necessário iniciarmos um processo de mudança. O primeiro de janeiro vai ser igual ao trinta e um de dezembro. Mas quando olharmos um "tempo por extenso" notaremos inúmeras mudanças. Feliz dois mil e doze para todos! Que em dois mil e treze os desejos de um amanhã melhor se concretize.
sábado, 31 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Novo canal de comunicação
domingo, 25 de dezembro de 2011
Padres recebem salário?
Sim. Sacerdotes da Igreja Católica recebem a côngrua, remuneração mensal para cobrir despesas pessoais, como lazer e compras. Necessidades básicas, como casa, comida e convênio médico, são bancadas pela paróquia.
O salário varia de acordo com a grana que cada uma das 254 dioceses brasileiras arrecada com dízimo e serviços (batismos, crismas e casamentos). Na Arquidiocese de São Paulo, os padres ganham R$ 1 350 nos primeiros cinco anos e podem chegar a R$ 3 780 após 25 anos de serviço. O direito dos padres à remuneração é determinado pelo Código de Direito Canônico, criado em 1917.
Além de explicar a organização da Igreja e as punições reservadas a quem desrespeita as normas, o Código afirma que padres têm direito a férias e previdência social. Os clérigos paulistas, por exemplo, têm 30 dias de descanso anual e contribuem com o INSS desde o primeiro ano como seminarista para garantir a aposentadoria no fim da carreira.
Matéria de Luiz Romero
"O problema dos segredos é que eles sempre são guardados na ponta da língua."
Soriano
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Bloqueio da Comunicação
Numa relação sincera, devemos ter a ajuda mútua como objetivo comum. Uma parte pode ajudar a outra a vencer a inibição e superar bloqueios. Isso faz parte de um dos princípios maiores do desenvolvimento evolutivo do ser humano: a “interdependência”.
O pior de todos os bloqueios é o “bloqueio de comunicação”, ou da capacidade de se fazer entender.
Dizem que num certo país foi votada uma lei segundo a qual cada casal, casado há mais de cinco anos, teria que ter, obrigatoriamente, pelo menos um filho. Segundo a lei, quando isto não se verificasse, caberia ao governo tomar as providências necessárias ao cumprimento da lei.
Um casal interpretou erroneamente o texto da lei e, um dia após completar cinco anos de casados, o marido um tanto deprimido disse à sua esposa:
― Bem, meu amor, devemos nos conformar, não é? Como não tivemos filhos, deverá aparecer algum representante do governo para tomar as providências legais. Por favor, facilite as coisas para resolver a questão.
Um tanto sem graça, saiu, deixando a mulher sozinha em casa. Não passara ainda duas horas, quando a campainha soou. Não era nenhum funcionário do governo, e sim, um fotógrafo de crianças, cuja empresa havia enviado por engano àquele endereço, para um possível trabalho.
Como a mulher ignorava este detalhe, e imaginando tratar-se de um representante do governo, foi logo abrindo a porta. Houve, então, o seguinte diálogo:
― Com certeza, a senhora sabe por que vim aqui!...
― Ah, sim, eu sei. É... meu marido me falou. Entre, por favor.
― Eu sou um especialista em crianças...
― Sim... eu.. já sei de tudo, não se preocupe.
― O seu marido, com certeza, não se oporá.
― Não... claro que não... diante das circunstâncias...
― Bem, então podemos começar logo!...
― Sim... podemos... mas... estou meio encabulada... afinal... é a primeira vez que não é com o meu marido.
― Ora, madame, não se preocupe. A senhora vai adorar a minha técnica, eu garanto. Vai até querer repetir... Podemos iniciar na banheira, depois no tapete, por fim no quarto...
― Puxa... quanta criatividade...
― O interessante, madame, é fazer de forma bem variada. A senhora sabe, somos humanos, às vezes posso falhar...
― Ah, sim, compreendo...
― Mas, antes de começar, eu gostaria de apresentar um mostruário com meus trabalhos mais recentes... – e, abrindo um álbum com fotos de bebês, ele diz:
― Veja só que beleza... é tudo obra minha. Esta aqui ficou linda, levei quatro horas para fazer. Mas valeu a pena, não acha?...
― Sim... é.. sem dúvida. Mas... quatro horas? Não é muito tempo?
― De maneira alguma, senhora. Nesta profissão não se pode ter pressa. A perfeição advém da calma e da preparação cuidadosa. Veja este outro. Acredite ou não, foi feita em um ônibus!...
― Noosssaaa... num ônibus?...
― Olhe essa foto. Veja, são gêmeos. Lindos, não acha?...
― ... E... onde foram feitos?...
― Num jardim público ao entardecer. A senhora precisava ver como se juntaram os curiosos. O pior é que chuviscava e a umidade acabou estragando o meu aparelho. Mas, não se preocupe. Já resolvi o problema com um especialista, e agora está funcionando. Há pessoas que não entendem nada dessas coisas, mas, pelo jeito a senhora é experiente e sabe distinguir o bom do ruim, não é mesmo? Bem, creio que podemos começar agora. Onde prefere a primeira?
― Bem... é... é... pode ser aqui mesmo...
― Neste caso, é melhor eu armar o tripé.
― Triiipééé?!... Para quê?!...
― É que o meu aparelho é muito grande e um pouco pesado...
Naquele momento o fotógrafo, sem nada entender, viu a mulher cair desmaiada. E só voltou a si quando o marido chegou em casa.
Se não está claro, pergunte. Não tenha medo de ofender. A ofensa será, certamente, muito maior se você entender errado e fizer de outra forma.
Texto extraído do livro: Melhoria da qualidade das relações, de Baltazar M. Melo
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
No Bico do Corvo
Esta expressão, claramante pejorativa em nossos dias, referindo-se (com certo ar de lástima) a passar por uma situação extremamente crítica, tem, por incrível que pareça, pano de fundo bíblico: mais precisamente no Antigo Testamento, em um episódio da vida do profeta Elias.
"Então, Elias, o tesbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Tão certo como vive o SENHOR, Deus de Israel, perante cuja face estou, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos, segundo a minha palavra. Veio-lhe a palavra do SENHOR, dizendo: Retira-te daqui, vai para o lado oriental e esconde-te junto à torrente de Querite, fronteira ao Jordão. Beberás da torrente; e ordenei aos corvos que ali mesmo te sustentem. Foi, pois, e fez segundo a palavra do SENHOR; retirou-se e habitou junto à torrente de Querite, fronteira ao Jordão.
Os corvos lhe traziam pela manhã pão e carne, como também pão e carne ao anoitecer; e bebia da torrente". (1Reis, 17.1-6)
Havendo seca em Samaria como conseqüência dos desvios que o rei Acabe induzira a nação, Elias, que havia confrontado o rei, foi orientado por Deus a refugiar-se na região de Querite. Lá, ele foi sustentado por corvos que lhe traziam alimento em seu bico. Estar "no bico do corvo", de acordo com a circunstância vivida pelo personagem bíblico, coincide com o sentido contemporâneo de estar passando por uma situação de extrema gravidade
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domingo, 18 de dezembro de 2011
"Na falta de algo melhor nunca me faltou coragem."
Humberto Gessinger
Mary e Max - Uma amizade diferente
Uma história de amizade entre duas pessoas muito diferentes: Mary Dinkle, uma menina gordinha e solitária, de oito anos, que vive nos subúrbios de Melbourne, e Max Horovitz, um homem de 44 anos, obeso e judeu que vive com Síndrome de Asperger no caos de Nova York. Alcançando 20 anos e dois continentes, a amizade de Mary e Max sobrevive muito além dos altos e baixos da vida. Mary e Max é viagem que explora a amizade, o autismo, o alcoolismo, de onde vêm os bebês, a obesidade, a cleptomania, a diferença sexual, a confiança, diferenças religiosas e muito mais.
Mary é uma menina australiana de oito anos. Max é um judeu novaiorquino quarentão. Nenhum dos dois se encaixa muito bem no ambiente em que vivem, são solitários e o mundo lhes parece intrigante e incompreensível.
A narrativa divida em blocos, na qual apresenta os personagens separados, unindo-os quando as cartas começam a ser trocadas e marca o tempo que passa. Narrativa simples, mas, no começo, tem ritmo irregular. Mas, através da sensibilidade de Adam Elliot em criar o mundo de Mary e Max, sempre separados e descobrindo o outro à distância, somos imersos em reflexões sobre o quanto o ordinário da vida pode ser incrível quando se dá atenção aos detalhes.
O filme é baseado em fatos reais no qual o diretor usou sua própria experiência (com licenças poéticas e criativas) e de um amigo com o qual se correspondeu por muitos anos.
A animação permite usar metáforas divertidas e exagerar traços de personalidades para expressar sentimentos sem palavras, com singularidade, além de misturar a personalidade de seus protagonistas nos minuciosos cenários.
Trailer Legendado
Lançamento: 2009 (Austrália)
Direção: Adam Elliott
Atores: Toni Collette, Philip Seymour Hoffman, Eric Bana, Bethany Whitmore.
Duração: 80 min
Gênero: Animação
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domingo, 11 de dezembro de 2011
"Não se conhece completamente uma ciência enquanto não se souber da sua história."
Auguste Comte
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Teste de atenção!
O que está escrito na placa abaixo?
Se você leu NÃO PARE NA PISTA no cartaz ao lado é melhor olhar de novo. Tem gente que olha várias vezes e não vê onde está o erro. Teste com seus amigos. Esse fenômeno deve-se a uma mania muito comum de ver os padrões globalmente, sem notar os detalhes. Os psicólogos chamam isso de Gestalt. Vamos mostrar outras ilusões que achamos interessantes e tentar explicá-las, quando possível.
domingo, 4 de dezembro de 2011
"A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende."
Arthur Schopenhauer
Bela do Blog 2011 - FINAL!
Antes de votar confira os perfis das candidatas. Eis as 10 candidatas à vencedora do concurso "Bela do Blog 2011".
Perfil de Pietra Principe - Vencedora Janeiro
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/01/pietra-principe.html
Perfil de Nathália Oliveira - Vencedora Fevereiro
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/02/nathalia-oliveira.html
Perfil de Paula Fernandes - Vencedora Março
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/03/paula-fernandes.html
Perfil de Shakira - Vencedora Abril
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/04/shakira.html
Perfil de Fernanda de Freitas - Vencedora Maio
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/05/fernanda-de-freitas.html
Perfil de Fernanda Lima - Vencedora Junho
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/06/fernanda-lima.html
Perfil de Adriana Lima - Vencedora Julho
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/07/adriana-lima_3345.html
Perfil de Fernanda Vasconcellos - Vencedora Agosto
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/08/fernanda-vasconcellos.html
Perfil de Thaila Ayala - Vencedora Setembro
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/09/thaila-ayala.html
Perfil de Rafaela Viscardi - Vencedora Outubro
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/10/rafaella-viscardi.html
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Perfil de Nathália Oliveira - Vencedora Fevereiro
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Perfil de Paula Fernandes - Vencedora Março
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Perfil de Shakira - Vencedora Abril
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/04/shakira.html
Perfil de Fernanda de Freitas - Vencedora Maio
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/05/fernanda-de-freitas.html
Perfil de Fernanda Lima - Vencedora Junho
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/06/fernanda-lima.html
Perfil de Adriana Lima - Vencedora Julho
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/07/adriana-lima_3345.html
Perfil de Fernanda Vasconcellos - Vencedora Agosto
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Perfil de Thaila Ayala - Vencedora Setembro
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Perfil de Rafaela Viscardi - Vencedora Outubro
http://tudehistoria.blogspot.com/2011/10/rafaella-viscardi.html
sábado, 3 de dezembro de 2011
Senso Comum
Na filosofia, o senso comum (ou conhecimento vulgar) é a primeira suposta compreensão do mundo resultante da herança fecunda de um grupo social e das experiências actuais que continuam sendo efetuadas. O senso comum descreve as crenças e proposições que aparecem como normal, sem depender de uma investigação detalhada para alcançar verdades mais profundas como as científicas.
Quando alguém reclama de dores no fígado, esta pessoa pode fazer um chá de boldo que já era usada pelos avós de nossos avós, sem no entanto conhecer o princípio ativo (substância química responsável pela cura) das folhas e seu efeito nas doenças hepáticas. Ao mesmo tempo, quando atravessamos uma rua nós estimamos, sem usar uma calculadora, a distância e a velocidade dos carros que vem em nossa direção. Estes exemplos indicam um tipo de conhecimento que se acumula no nosso cotidiano e é chamado de senso comum e se baseia na tentativa e erro. O senso comum que nos permite sentir uma realidade menos detalhada, menos profunda e imediata e vai do hábito de realizar um comportamento até a tradição que, quando instalada, passa de geração para geração.
No senso comum não há análise profunda e sim uma espontaneidade de ações relativa aos limites do conhecimento do indivíduo que vão passando por gerações, o senso comum é o que as pessoas comuns usam no seu cotidiano, o que é natural e fácil de entender, o que elas pensam que sejam verdades, e que lhe traga resultados práticos herdados pelos costumes.
Existem pessoas que confundem senso comum com crença, o que é bem diferente. Senso comum é aquilo que a gente aprende em nosso dia a dia e que não precisamos nos aprofundar para obtermos resultados, como por exemplo uma pessoa que vai atravessar uma pista, ela olha para os dois lados, a pessoa não precisa calcular a velocidade média, a distância, ou o atrito que o carro exerce sobre o solo, a pessoa simplesmente olha e decide se dá para atravessar ou se deve esperar.
Logo, o senso comum é, um ato de agir e pensar que tem raízes culturais e sociais.
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