23.9.17

Por que tanto Silva no Brasil?


No Império Romano, o nome era um apelido que designava os habitantes das cidades provenientes da selva. No século 1 a.C., quando os romanos invadiram a Península Ibérica, muitos lusitanos acabaram incorporando a alcunha. Quinze séculos depois, quando chegaram ao Brasil, grande parte deles tinha o sobrenome Silva.

Sua difusão acabou sendo incrementada pelos escravos, que chegavam aqui com apenas um nome, escolhido por padres durante as viagens nos navios negreiros. Com a abolição da escravatura, eles passaram a se registrar com o sobrenome dos seus antigos donos.

O linguista Flávio di Giorgio, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, lembra outro fator que pode ter ajudado a popularizar o Silva. Segundo ele, os portugueses que atravessavam o Atlântico recebiam acréscimos ao sobrenome original.

“Quem ficava no litoral incorporava o Costa; quem ia para o interior ganhava o Silva, de selva”, explica. Como a maioria dos escravos era de fazendas do interior, o Silva se espalhou ainda mais após a abolição.

Fonte: SI

22.5.17

A história do piso de caquinhos

Pode algo quebrado valer mais que a peça inteira?
Aparentemente não. Mas no Brasil já aconteceu isto, talvez pela primeira vez na história da humanidade. Vamos contar esse mistério.


Foi na década de 40 / 50 do século passado.
A cidade de São Paulo era servida por duas indústrias cerâmicas principais. Um dos produtos dessas cerâmicas era um tipo de lajota cerâmica quadrada (algo como 20x20cm) composta por quatro quadrados iguais. Essas lajotas eram produzidas nas cores vermelha (a mais comum e mais barata), amarela e preta. Era usada para piso de residências de classe média ou comércio.
No processo industrial da época, sem maiores preocupações com qualidade, aconteciam muitas quebras e esse material quebrado sem interesse econômico era juntado e enterrado em grandes buracos.
Nessa época os chamados lotes operários na Grande São Paulo eram de 10x30m ou no mínimo 8 x 25m, ou seja, eram lotes com área para jardim e quintal, jardins e quintais revestidos até então com cimentado, com sua monótona cor cinza. Mas os operários não tinham dinheiro para comprar os pisos que eles mesmo produziam e com isso cimentar era a regra.
Certo dia, um dos empregados de uma das cerâmicas e que estava terminando sua casa não tinha dinheiro para comprar o cimento para cimentar todo o seu terreno lembrou do refugo da fábrica, caminhões e caminhões por dia que levavam esse refugo para ser enterrado num terreno abandonado perto da fábrica. O empregado pediu que ele pudesse recolher parte do refugo e usar na pavimentação do terreno de sua nova casa. Claro que a cerâmica topou na hora e ainda deu o transporte de graça, pois com o uso do refugo deixava de gastar dinheiro com a disposição.
Agora a história começa a mudar por uma coisa linda que se chama arte. A maior parte do refugo recebida pelo empregado era de cacos cerâmicos vermelhos, mas havia cacos amarelos e pretos também. O operário ao assentar os cacos cerâmicos fez inserir aqui e ali cacos pretos e amarelos quebrando a monotonia do vermelho contínuo. E a entrada da casa do simples operário ficou bonitinha e gerou comentários dos vizinhos também trabalhadores da fábrica. Ai o assunto pegou fogo e todos começaram a pedir caquinhos o que a cerâmica adorou, pois parte pequena é verdade, do seu refugo começou a ter uso e sua disposição ser menos onerosa.
Mas o belo é contagiante e a solução começou a virar moda em geral e até jornais noticiavam a nova mania paulistana.
A classe média adotou a solução do caquinho cerâmico vermelho com inclusões pretas e amarelas. Como a procura começou a crescer a diretoria comercial de uma das cerâmicas descobriu ali uma fonte de renda e passou a vender, a preços módicos é claro, os cacos cerâmicos. O preço do metro quadrado do caquinho cerâmico era da ordem de 30% do caco integro (caco de boa família).
Até aqui esta historieta é racional e lógica, pois refugo é refugo e material principal é material principal. Mas não contaram isso para os paulistanos e a onda do caquinho cerâmico cresceu e cresceu e cresceu e , acredite quem quiser, começou a faltar caquinho cerâmico que começou a ser tão valioso como a peça integra e impoluta. Ah o mercado com suas leis ilógicas, mas implacáveis.
Aconteceu o inacreditável. Na falta de caco as peças inteiras começaram a ser quebradas pela própria cerâmica.
E é claro que os caquinhos subiram de preço, ou seja, o metro quadrado do refugo era mais caro que o metro quadrado da peça inteira… A desculpa para o irracional era o custo industrial da operação de quebra, embora ninguém tenha descontado desse custo a perda industrial que gerara o problema ou melhor que gerara a febre do caquinho cerâmico.
De um produto economicamente negativo passou a um produto com algum valor comercial até ao refugo valer mais que o produto original de boa família.
A história termina nos anos sessenta com o surgimento e novos materiais de acabamento, nova moda e tendência. São histórias da vida que precisam ser contadas para no mínimo se dizer: — A arte cria o belo, e o marketing tenta explicar o mistério da peça quebrada valer mais que a peça inteira.

Crédito do Texto: Manoel Botelho é Engenheiro Civil e autor da coleção CONCRETO ARMADO EU TE AMO

20.12.16

Prova de Honestidade


Três estudantes não fizeram um exame porque não estudaram. Eles elaboraram um plano; sujaram-se com graxa, óleo e gasolina e foram ao professor:
"Professor, pedimos desculpas. Não pudemos vir ao exame, pois estávamos num casamento e no caminho de volta o carro quebrou, por isso estamos tão sujos, como pode ver".
O professor entendeu e deu-lhes três dias para se prepararem. Apos três dias, eles foram ao exame muito bem preparados porque tinham estudado.
O professor colocou-os em salas separadas e aplicou a prova que tinha apenas 4 perguntas:

1. Quem casou com quem?
2. Que horas o carro quebrou?
3. Onde exatamente o carro quebrou?
4. Qual é a marca do carro?
NOTA: Se as respostas forem idênticas, estarão aprovados.

Ser honesto significa escolher não mentir, roubar, enganar ou trapacear de modo algum. Quando somos honestos, desenvolvemos a força de caráter que irá nos permitir prestar grande serviço ao próximo. Somos agraciados com paz de espírito e respeito próprio e teremos a confiança das pessoas que nos cercam.
A honestidade não é para poucos, mas sim para todos.

18.12.16

Motivo pelo qual os botões das camisas de homens e mulheres são pregados em lados opostos.


Você já notou que os botões das camisas dos homens são costurados do lado direito, enquanto em camisas das mulheres do lado esquerdo? Será apenas um tipo de design ou uma maneira de destacar mais uma vez como somos diferentes?

Acontece que a diferença entre as camisas de homens e mulheres surgiu no século XIII, quando os botões foram inventados.
Apenas as mulheres ricas podiam pagar por essa invenção tão na moda. Ao mesmo tempo, todas as mulheres de famílias ricas tinham serventes que as vestiam todos os dias. É por isso que nas camisas femininas os botões estão localizados do lado esquerdo, para que as empregadas pudessem abotoá-las mais facilmente (tendo em conta que a maioria das pessoas são destras). Enquanto os homens se vestiam sozinhos e, por isso, os botões ficavam do lado direito, para que fosse mais fácil fechá-los sozinhos.


Fonte huffingtonpost.com 

6.12.16

Origem da palavra baderna.


Palavra exclusiva do português falado no Brasil, Baderna quer dizer confusão, desordem e bagunça. 
Na sua origem, servia para classificar os seguidores barulhentos de uma dançarina italiana que se casou no Brasil, a Maria Baderna.
Ela nasceu na Itália, em 1828, na cidade Piacenza. Desde pequena estudava dança, estreando aos 12 anos, na cidade natal. Integrou a companhia de dança do teatro Scala de Milão.
Naquela época, a Itália estava ocupada pela Áustria. Marietta era engajada na militância e fez parte de um grupo de revolucionários que decidiram não participar da vida artística enquanto os austríacos estivessem no país.
Em 1849, exilou-se no Brasil, com o pai, o músico Antônio Baderna. Ele faleceu oito meses depois, vítima de febre amarela.
Marietta fez muito sucesso nos palcos, conquistando o público do Teatro São Pedro de Alcântara. Casou-se com o maestro Gioacchino Giannini, com quem teve quatro filhos, duas mulheres e dois homens. (Observe-se que não foi encontrado ainda nenhum documento que comprove o casamento, mas o seu atestado de óbito diz: "Viúva do maestro Joaquim Giannini".)
Mulher à frente de seu tempo, ela liderou greves e introduziu elementos do lundum (dança afrobrasileira praticada por escravos) entre os passos da dança clássica. Fez parte do movimento abolicionista e ajudou na formação de quilombos no Rio.
Parte do seu salário era doado para causas revolucionárias na Itália.
No Brasil de Dom Pedro II, sociedade conservadora e escravista, Marietta foi super mal vista. Sempre que sofria boicote, com tempo de apresentação reduzido, ou cortinas que se fechavam antes do término do espetáculo, seus fãs, os "baderneiros", começavam a gritar e bater os pés.
Marietta morreu em sua casa, em Botafogo, Rio, no ano de 1892.


23.11.16

Sapo na panela.


Se você puser um sapo numa panela, enchê-la com água e a colocar no fogo, vai perceber uma coisa interessante: o sapo se ajusta à temperatura da água e permanece lá dentro. E continuaria se ajustando, quanto mais subisse a temperatura.

Quando a água estivesse perto do ponto de fervura e o sapo tentasse saltar para fora, não conseguiria, porque estaria muito cansado devido aos ajustes que teve que fazer. Alguns diriam que o que matou o sapo foi a água fervendo. O que o matou, na verdade, foi a sua incapacidade de decidir quando pular fora.
Pare de se ajustar às pessoas erradas, relacionamentos abusivos, amizades parasíticas, trabalhos fim-de-carreira e tantas situações que vivem “esquentando” você. Quando você já fez tudo o que pôde e ainda tem que viver fazendo mais, você corre o risco de morrer tentando, e não alcançar nada. Saia fora disso! ”

(Autor desconhecido)

O que as pesquisas apontam?


  • Pessoas pessimistas tendem a viver mais do que as pessoas otimistas.

30.6.16

Alguns indicadores de Ansiedade

Sofro bastante com esse mal! É você perder o controle de sua mente, e não saber desliga-la. De todos os sintomas relacionados abaixo, só não sofro com o n° 5.


1- Preocupação Excessiva
A marca do transtorno da ansiedade generalizada (TAG) – o tipo mais amplo da ansiedade – é se preocupar demais com as coisas do dia a dia, grandes ou pequenas. Mas o que significa “demais”?

No caso do transtorno da ansiedade generalizada, significa ter pensamentos ansiosos persistentes em quase todos os dias da semana, por seis meses. E a ansiedade tem que ser tão forte a ponto de interferir no seu dia-a-dia e estar acompanhada de sintomas notáveis, como fatiga.

“A distinção entre transtorno da ansiedade e ansiedade normal é se suas emoções estão causando muito sofrimento e disfunção”, diz Sally Winston, PhD, co-diretor do transtorno da ansiedade e estresse do instituto de Maryland-EUA.

2- Problemas de sono

Dificuldade em adormecer ou manter o sono está associado a uma ampla gama de condições de saúde, tanto físicos como psicológicos. E, claro, não é incomum ficar girando e tossindo em antecipação à um discurso importante ou entrevista de emprego.

Mas se você encontrar-se frequentemente deitado e acordado, preocupado ou agitado com problemas específicos (como dinheiro), ou nada em particular – pode ser um sinal de transtorno da ansiedade.

Segundo algumas estimativas, Metade de todas as pessoas com transtorno da ansiedade generalizada experimentam problemas com sono.

3- Medos Irracionais

Alguns casos de ansiedade não são generalizados, pelo contrário, está ligada à alguma situação ou coisa, como voar, animais ou multidões.

Se o medo se torna opressivo e muito fora de proporção do real risco envolvido, então é um sinal de fobia.

Apesar das fobias serem incapacitantes, elas não são óbvias à todo instante. De fato, elas não podem vir à tona até que você enfrente uma situação específica e descobre que você é incapaz de superar o seu medo. “Uma pessoa que tem medo de cobras pode passar anos sem ter problema”, diz Winston. “Mas, de repente, seu filho quer ir acampar, e eles percebem que precisam de tratamento.

4- Tensão muscular

A tensão muscular quase constante, quer se trate de apertar sua mandíbula, tensionando os punhos, ou flexionando os músculos por todo o corpo, muitas vezes acompanha os transtornos de ansiedade. Este sintoma pode ser tão persistente e generalizado que as pessoas que viveram com isso por um longo tempo pode parar de perceber depois de um tempo.

O exercício regular pode ajudar a manter a tensão muscular sob controle.

5- Indigestão crônica

A ansiedade pode começar na mente, mas muitas vezes se manifesta no corpo através de sintomas físicos, como problemas digestivos crônicos. Síndrome do intestino irritável (IBS), uma condição caracterizada por dores de estômago, cólicas, inchaço, gases, constipação e / ou diarreia, “é basicamente uma ansiedade no trato digestivo”, diz Winston.

IBS nem sempre está relacionada com a ansiedade, mas os dois ocorrem frequentemente em conjunto e podem piorar. O intestino é muito sensível ao estresse psicológico, e vice-versa, o desconforto físico e social dos problemas digestivos crônicos pode fazer uma pessoa sentir-se mais ansioso.

6- Medo de falar em público

A maioria das pessoas sentem pelo menos um frio na barriga antes de abordar um grupo de pessoas ou estar no centro das atenções. Mas se o medo é tão forte que nenhuma quantidade de treinamento ou prática vai aliviá-lo, ou se você gasta muito tempo pensando e se preocupando com isso, você pode ter uma forma de transtorno de ansiedade social (também conhecido como fobia social).

As pessoas com ansiedade social tendem a se preocupar por dias ou semanas antes de um determinado evento ou situação. E mesmo se elas conseguirem passar pela situação, elas tendem a ficar profundamente desconfortáveis e ficar pensando por um bom tempo depois sobre como elas foram julgadas pelas outras pessoas.

7- Autoconsciência

Transtorno de ansiedade social nem sempre envolve falar para uma multidão ou ser o centro das atenções. Na maioria dos casos, a ansiedade é provocada por situações do cotidiano, como puxar conversa em uma festa, ou beber e comer em frente até mesmo de um pequeno número de pessoas.

Nestas situações, as pessoas com transtorno de ansiedade social tendem a se sentir como se todos os olhos estão voltados para elas, e elas muitas vezes ficam vermelhas, tremem, tem náuseas, suam ou tem dificuldade para falar. Estes sintomas podem ser tão perturbadores que eles tornam difícil conhecer novas pessoas, manter relacionamentos, e progredir no trabalho ou na escola.

8- Pânico

Ataques de pânico podem ser assustadores. Imagine uma sensação repentina de medo extremo que pode durar vários minutos, acompanhados por sintomas físicos assustadores como aperto na garganta e peito, coração acelerado, mãos frias, tontura e fraqueza, dores no estômago e no peito.

Nem todo mundo que tem um ataque de pânico tem um transtorno de ansiedade, mas as pessoas que os experimentam repetidamente podem ser diagnosticados com transtorno de pânico. Pessoas com transtorno do pânico vivem com medo sobre quando, onde e por que seu próximo ataque pode acontecer, e elas tendem a evitar lugares onde os ataques ocorreram no passado.

Estas lições poderosas vão deixar você autoconfiante para dirigir, voar, viajar ou falar em público.

9- Flashbacks

Reviver um evento traumático – um assalto, morte repentina de um ente querido – é uma marca do transtorno do estresse pós-traumático, que compartilha algumas características do transtorno da ansiedade.

Mas flashbacks podem ocorrer em outros tipos de ansiedade também. Algumas pesquisas, incluindo um estudo de 2006 no Jornal dos Transtornos de Ansiedade, sugere que algumas pessoas com ansiedade social tem flashbacks do tipo pós-traumático, mas de experiências que não são obviamente traumáticas, como ser ridicularizado publicamente. Estas pessoas podem até evitar lembrar da experiência.

10- Perfeccionismo

A mentalidade obsessiva conhecida como perfeccionismo “anda de mãos dadas com transtornos de ansiedade”, diz Winston. “Se você está constantemente a julgar a si mesmo ou você tem um monte de ansiedade antecipatória de cometer erros ou aquém de suas normas, então você provavelmente tem um transtorno de ansiedade.”

Perfeccionismo é especialmente comum no transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), que, como o estresse pós-traumático, tem sido visto como um transtorno de ansiedade. “TOC pode acontecer sutilmente, como no caso de alguém que não pode sair de casa durante três horas, porque a maquiagem tem que estar absolutamente impecável”, diz Winston.

11- Comportamento compulsivo

Para ser diagnosticado com transtorno obsessivo-compulsivo, os pensamentos obsessivos e intrusivos de uma pessoa devem ser acompanhados de comportamento compulsivo, seja mental (dizendo-se: Vai dar tudo certo repetidamente) ou física (lavar as mãos, endireitando itens, etc).



Pensamentos obsessivos e comportamento compulsivo se tornam ansiedade quando a necessidade de terminar o comportamento – também conhecido como “rituais” – começa a controlar sua vida, diz Winston. “Se você gosta do seu rádio no volume 3, por exemplo, e ele quebra e fica parado no volume 4, você entraria em pânico até consertar o rádio”?

Fonte: autoajudaemfoco.com.br

26.6.16

O que é o Glúten?


Existem muitos alimentos que consumimos que podem ser potencialmente perigosos para a nossa saúde. O glúten, segundo as más línguas, é um deles. Explicando de maneira simples, o glúten é uma combinação resulta da mistura de várias proteínas. Por aumentar a taxa glicêmica em nosso organismo (além de outros fatores) ele é visto como vilão de quem está fazendo dieta.

A frase “contém glúten“, encontrada em embalagens de diversos produtos alimentícios, serve para alertar as pessoas portadoras de intolerância ou reações alérgicas a essa proteína, para que não consumam aquele alimento. 

O glúten aparece geralmente combinado com outras proteínas vegetais como as albuminas e globulinas e também em combinação com o amido desses cereais, sendo responsável pela elasticidade das massas compostas pela mistura de farinha e água.

Alimentos que contém glúten

O glúten pode ser obtido a partir da farinha de trigo e alguns outros cereais. Os alimentos que contém glúten são todos aqueles que podem ser feitos com trigo, cevada, centeio ou aveia como bolachas, bolos, biscoitos, pão, torradas, cerveja e qualquer massa que leve farinha de trigo, como a massa de pizza, por exemplo.

Doenças relacionadas

As pessoas portadoras de doença celíaca têm uma hipersensibilidade ao glúten, que pode ser resultado de uma alergia ou de intolerância ao glúten. Nestas pessoas o glúten provoca danos na mucosa do intestino delgado, impedindo uma digestão normal. Após eliminar o glúten da dieta, o intestino volta a funcionar com normalidade, entre algumas semanas a até alguns meses.

Outra manifestação de intolerância, porém mais rara é a presença de lesões na pele chamada dermatite herpetiforme. Em geral pessoas celíacas que não sabem que sejam portadoras desta doença, ao ingerirem alimentos com glúten sentem uma discreta indisposição estomacal que se torna mais acentuada com o tempo.

Entre 1% e 2% da população mundial apresenta intolerância ao glúten, embora até metade dos celíacos não apresentem sintomas graves ou que interferem na vida cotidiana destes.

19.6.16

Origem da Expressão "Elefante Branco"

por Flávia Souto Maior
Empregada para designar algo tão indesejável quanto um “presente de grego”, essa locução veio de longe. No antigo reino do Sião – atual Tailândia –, o rei presenteava com um elefante branco os cortesãos que o desagradavam. Como os animais eram considerados sagrados, os presenteados sentiam-se honrados a princípio, mas logo percebiam que se tratava de um castigo. Por ser um presente real, o elefante não podia ser recusado, devolvido, trocado, vendido nem sacrificado. O paquiderme sagrado tampouco podia ser utilizado em qualquer tipo de trabalho. E ainda tinha que ser alimentado e enfeitado com luxo!
Em razão disso a expressão “elefante branco” passou a simbolizar inicialmente o presente incômodo e indesejado que alguém recebe de algum engraçadinho (principalmente a partir do século 18, quando a comédia “O Elefante do Rei do Sião”, de Ferdinand Lalou, foi apresentada com grande sucesso ao público europeu), e mais tarde, as coisas enormes e incomuns que ninguém sabe para que servem, como uma obra pública inacabada, por exemplo, ou o viaduto que liga o nada a lugar nenhum.

7.2.16

"Ninguém alguma vez escreveu ou pintou, esculpiu, modelou, construiu ou inventou senão para sair do inferno."
Antonin Artaud

31.1.16

"Esvaziamento. Cidade grande: dias sem pássaros, noites sem estrelas." 
Mário Quintana

24.1.16

17.1.16

"A população geral não sabe o que está acontecendo, e nem mesmo sabe que não sabe." 
Noam Chomsky

10.1.16

"Quando a dor de não estar vivendo for maior que o medo da mudança, a pessoa muda"
Sigmund Freud

3.1.16

"Inconveniente é alguém que nos priva da solidão sem nos proporcionar companhia."
Anonimo

1.1.16

Propagandas criativas

1 - Lavar ou não lavar, eis a questão?



2 - Hotwheels


3 - Gostaria de entrar e tomar uma xícara de café?


4 - Refrescância em todos os seguimentos


5 - Bem colado



6 - Para não esquecer 


7 - Difícil de sair


8 - Para não esquecer mesmo


9 - Vida saudável


10 - Tudo que vai, volta.




24.12.15

Pesquisa sugere ligação genética entre doenças mentais e criatividade



Depois de observar dados genéticos retirados de mais de 150 mil pessoas, pesquisadores descobriram que pessoas com capacidade criativa elevada carregam mais genes ligados a alguma predisposição a doenças mentais - como esquizofrenia ou transtorno bipolar.

Esta não é a primeira vez que é sugerida uma ligação genética entre doenças mentais e criatividade. Muitas das mentes mais brilhantes da humanidade travaram verdadeiras batalhas contra problemas mentais, ajudando a reforçar o estereótipo de "artista louco". Uma série de estudos ao longo das últimas décadas também colaborou para a hipótese. No entanto, a evidência genética era bastante irregular - até agora.

Na nova pesquisa, uma equipe de cientistas da deCODE Genetics, empresa biofarmacêutica islandesa, observou as informações genéticas de 86 mil islandeses. Eles descobriram que os indivíduos que trabalhavam em uma profissão considerada ‘artística’ eram 17% mais propensos a ter alguma variante genética ligada à bipolaridade ou esquizofrenia do que os não-artísticos. A equipe refez a pesquisa na Holanda e na Suécia, e descobriu que, neste subgrupo, os criativos eram quase 25% mais propensos a transportar os genes de transtornos mentais do que os outros cidadãos.

O estudo é válido?
Muitas críticos questionam a autenticidade do estudo. Afinal, os pesquisadores usaram as profissões das pessoas como definição de criatividade, ignorando totalmente a capacidade criativa de indivíduos que não trabalham com arte.

No entanto, o CEO da deCODE genetics, Kari Stefansson, espera que os resultados ajudem a colocar as doenças mentais em um patamar mais positvo. "Para ser criativo, você tem que pensar de forma diferente", disse Stefansson. "E quando nós somos diferentes, nós temos uma tendência a ser rotulado estranho, louco e até mesmo louco".

Via Science Alert