1.8.09

Não existe mais censura! Será???


Aqui no Brasil:Justiça proíbe jornal de publicar dados sigilosos de Fernando SarneyO desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, proibiu nesta sexta-feira (31) o jornal "Estado de S. Paulo" de publicar qualquer informação, que esteja sob segredo de justiça, referente ao inquérito da Operação Boi Barrica, que investiga Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). (Filho de Peixe, Peixinho é... nesse caso deve ser um ROBALO, rs)O jornal "Estado de S.Paulo" informou que vai recorrer da decisão.
A determinação, concedida em caráter liminar, estipula multa de R$ 150 mil para cada reportagem publicada pelo jornal que descumpra a decisão. Para evitar “lesão grave e de difícil reparação” a Fernando Sarney, o desembargador determina que o jornal “se abstenha quanto à utilização (de qualquer forma, direta ou indireta) ou publicação dos dados relativos ao agravante (Fernando Sarney)”.Vieira atendeu ao pedido formulado pelos advogados do filho do presidente do Senado. Os defensores argumentam que o vazamento de informações sigilosas do inquérito pode “causar prejuízo incalculável à honra” de Fernando Sarney.

E ali do lado, na Venezuela:

Governo da Venezuela fecha 34 rádios no país
O governo da Venezuela começou neste sábado a fechar emissoras de rádio que considera não terem cumprido os requisitos legais para operarem. Na sexta-feira, o ministro Diosdado Cabello, diretor da Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel), havia anunciado que 34 estações seriam tiradas do ar imediatamente, e que logo outras se seguiriam até se chegar a um total de 240. Segundo Cabello, as rádios perderam seus direitos de transmissão por vários motivos, entre eles o falecimento do titular da concessão, renúncia e vencimento da licença sem que tenha havido renovação, ou ainda porque se julgou improcedente uma solicitação de troca de titularidade. O ministro negou que a decisão se deva a uma perseguição política às rádios. "Quando tomamos a decisão de democratizar o espectro radioelétrico, estávamos falando sério, porque temos que fazê-lo, e fazê-lo agora", afirmou.
Lei polêmica
Segundo a correspondente da BBC Mundo em Caracas, Anahí Aradas, um dos primeiros sinais desligados foi o do Circuito Nacional Belfort (CNB), pelo qual o hino nacional foi a última coisa que se escutou. Aradas diz que a CNB era uma das rádios mais escutadas e mais críticas em relação ao governo. (Estranhas coincidências, não acham?) A decisão de fechar as emissoras ocorre dias depois de a primeira versão de uma nova legislação que prevê novos mecanismos de regulamentação da mídia ter sido apresentada à Assembleia Nacional venezuelana. Pela proposta, jornalistas poderiam ser condenados a até quatro anos de prisão por publicar materiais considerados pelas autoridades como "prejudiciais à estabilidade do Estado". A medida prevê ainda punição aos donos de emissoras de rádio e televisão que ameacem "causar pânico" e "perturbar a paz social". A Assembleia, controlada por aliados do presidente, Hugo Chávez, deve votar a aprovação da nova legislação nos próximos meses. Em cinco anos no poder, o governo da Venezuela saltou de apenas um canal estatal sob seu controle para seis, dois deles com transmissão nacional (VTV, ViVe e Teves, que ocupou o lugar da RCTV) e um internacional, Telesul.
E VIVA A LIBERDADE!!!

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